O que é um servo de seminário?
Antes de tudo, quero perguntar-lhe: em qual momento da sua vida tudo mudou? Onde uma graça diferente veio sobre ti e o amor de Deus tornou-se algo concreto em sua vida? No seminário de vida no Espírito Santo é a resposta de muitos, momento onde essas pessoas tiveram forte experiência com o amor de Deus.
Imagine só se se não existissem os seminários de vida no Espírito Santo? Como se daria o novo pentecostes na igreja? Hoje, dizem que os seminários não têm mais a mesma força de antigamente, que têm de mudar, pois os tempos são outros. Sim, constato tristemente que os seminários não estão proporcionando uma boa experiência, mas me pergunto se as causas são externas, ou se o Espírito Santo está dormindo, e, até mesmo, veio e já foi embora!
Em tudo isto, vejo que a possível causa seja o fato de que o Espírito Santo já não encontre mais corações que abracem e se abram a ser seus instrumentos para que manifeste seu poder e toque os corações dos homens deste mundo atual.
Foi para melhor servir nos seminários, que o ministério de servos foi criado. O ministério reúne pessoas que se dedicam plenamente em oração e em vida a servirem e serem canais do Espírito Santo nos seminários.
Creio, hoje, que a questão chave dos seminários é encontrar servos que se complementam que se preparam e que, por serem apaixonados por Jesus, são desejosos de fazer o anúncio do Seu reino. Encontrar servos evangelizadores, que fazem da sua vida local de manifestação do Espírito Santo e que, com a autoridade de Deus, transbordam a sua graça com parresia e destemor.
Um exército bem preparado dificilmente perde uma batalha, ainda mais quando a graça de Deus é quem tudo faz, e quando a nós somente cabe o desejo, a abertura, a evangelização, a súplica e a conversão.
Para melhor esclarecer o que é um servo de seminário, vou citar alguns pontos importantes, tais como:
1- Servo de seminário é uma pessoa que possui uma forte experiência com o amor de Deus e a cultiva todos os dias. Sem este cultivo diário, onde somos amados e nos sentimos únicos, dificilmente transbordaremos e deixaremos que as pessoas toquem esse amor encarnado.
2- Servo de seminário tem um forte e concreto desejo de, por gratidão, levar a todos os homens a experiência com o amor de Deus. Tem de ter o carisma de evangelizar, pulsar em suas veias o desejo de anunciar o Ressuscitado que passou pela cruz. Sentir a dor da humanidade e com o Espírito Santo levar o remédio que é CRISTO.
3- Servo de seminário tem de ser uma pessoa de profunda oração! Sem manter a fonte da graça jorrando, não há como ela sobreviver. De forma particular, o servo deve também ter uma relação íntima com a pessoa do Espírito Santo, para, assim, viver e usar com plenitude os carismas do Espírito.
4- Servo de seminário deve ter o coração do bom pastor, deve acolher e cuidar daquela pessoa que Deus o confia no seu início de caminhada. Deve amar ao ponto de dar a vida pela ovelha, ter carisma de pastoreio, vivendo o espírito de sacrifício.
5- Servo de seminário busca a santidade com muita alegria, testemunhando com radicalidade evangélica a vitória do homem espiritual sobre o homem carnal, sendo, assim, testemunha para os mais fracos.
6- Servo de seminário deve ser uma pessoa de maturidade humana, profundamente reconciliada e curada com a sua história, pois irá receber inúmeras pessoas carentes do amor de Deus e marcadas pelo mundo, e, com o carisma de cura, deverá pelo poder do Ressuscitado curar o homem de hoje.
Estes são alguns pontos importantes que todo servo de seminário deve ter. Muitos outros poderíamos abarcar como a alegria, a humildade, o despojamento, a unidade, a obediência e a fé!
Este texto ajudará a você melhor compreender a sua missão dentro do ministério de servos, em oração veja cada ponto e clame a graça do Espírito Santo, sabendo que tudo em nós deve mover para a evangelização, pois, nascemos para evangelizar!
Fernando Parresia
um lugar para partilhar a experiência com o amor mais forte e radical da nossa vida , com a pessoa do Ressuscitado que passou pela Cruz Jesus Cristo
Mostrando postagens com marcador Encontro com Jeus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Encontro com Jeus. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 21 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Papa conta experiências da sua juventude
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 3 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – A guerra e as dificuldades, as próprias dúvidas e o encontro com Jesus são algumas das vivências pessoais que o Papa Bento XVI revive na Mensagem para a Jornada Mundial da Juventude (Madri, 2011), divulgada hoje pela Santa Sé.
Nela, o Papa percorre os anos da sua vocação e propõe sua própria experiência aos jovens, pois as aspirações de um jovem “são as mesmas em todas as épocas” e podem ser resumidas no “desejo de uma vida maior”, que não acabe em “mediocridade”.
Os jovens, “como em toda época, também em nossos dias”, sentem o “profundo desejo de que as relações interpessoais sejam vividas na verdade e na solidariedade”.
“Muitos manifestam a aspiração de construir relações autênticas de amizade, de conhecer o verdadeiro amor, de fundar uma família unida, de adquirir uma estabilidade pessoal e uma segurança real, que possam garantir um futuro sereno e feliz.”
No entanto – afirma o Papa, recordando sua própria juventude -, “vejo que, na verdade, a estabilidade e a segurança não são as questões que mais ocupam a mente dos jovens”.
“Sim, a questão do lugar de trabalho – e, com isso, a de ter o porvir garantido – é um problema grande e urgente, mas ao mesmo tempo a juventude continua sendo a idade na qual se busca uma vida maior.”
O Papa recorda sua juventude, que transcorreu entre a 2ª Guerra Mundial e o imediato período pós-guerra.
“Ao pensar nos meus anos de então, simplesmente, não queríamos perder-nos na mediocridade da vida aburguesada. Queríamos o que era grande, novo. Queríamos encontrar a vida em si, em sua imensidade e beleza.”
Certamente, reconhece, “isso dependia também da nossa situação. Durante a ditadura nacional-socialista e a guerra, estivemos, por assim dizer, ‘presos’ pelo poder dominante. Por isso, queríamos sair, para entrar na abundância das possibilidades de ser homem”.
Contudo, afirma, “este impulso de ir além do habitual está em cada geração. Desejar algo mais que a cotidianidade regular de um emprego seguro e sentir o desejo do que é realmente grande faz parte do ser jovem”.
“Será que se trata somente de um sonho vazio, que se desvanece quando a pessoa se torna adulta? – pergunta-se. Não. O homem, na verdade, foi criado para o que é grande, para o infinito. Qualquer outra coisa é insuficiente.”
Citando um dos seus pensadores favoritos, afirma: “Santo Agostinho tinha razão: nosso coração está inquieto enquanto não descansa em Deus. O desejo da vida maior é um sinal de que Ele nos criou, de que carregamos o seu selo”.
Dúvidas
A juventude, reconhece o Papa em sua mensagem, é também “uma fase fundamental que pode turbar o ânimo, às vezes durante muito tempo. Pensamos em qual será nosso emprego, como serão as relações sociais, que afetos é preciso desenvolver…”.
Bento XVI volta novamente aos seus anos juvenis e compartilha com os jovens suas próprias vacilações e dúvidas.
“De certa forma, em pouco tempo tomei consciência de que o Senhor me queria como sacerdote. Mas depois da guerra, quando eu me dirigia a esta meta no seminário e na universidade, tive de reconquistar esta certeza”, explica.
“Eu tive de me fazer esta pergunta: realmente é este o meu caminho? É verdadeiramente a vontade do Senhor para mim? Serei capaz de permanecer fiel e estar totalmente à disposição d’Ele, ao seu serviço?”
A decisão do sacerdócio não foi fácil: “Uma decisão assim também causa sofrimento. Não pode ser de outra forma. Mas depois tive a certeza: assim está bem! Sim, o Senhor me quer, e por isso me dará também a força. Escutando-O, estando com Ele, chego a ser eu mesmo. Não importa a realização dos meus próprios desejos, mas a sua vontade. Assim, a vida se torna autêntica”.
Encontro com Jesus
Outro dos “tesouros” da sua juventude que o Papa quis compartilhar foi o dom do encontro pessoal com Jesus, uma “pérola preciosa” que, de alguma forma, ele quis transmitir com seus livros sobre Jesus de Nazaré – cujo segundo volume será publicado na próxima Semana Santa.
“Para muitos, é difícil o acesso a Jesus. Muitas das imagens que circulam de Jesus – e que se fazem passar por científicas – diminuem sua grandeza e a singularidade da sua pessoa”, afirma o Papa.
Por isso, “ao longo dos meus anos de estudo e meditação, fui amadurecendo a ideia de transmitir em um livro algo do meu encontro pessoal com Jesus, para ajudar de alguma forma a ver, ouvir e tocar o Senhor, em quem Deus veio ao nosso encontro para dar-se a conhecer”, acrescenta.
“O encontro com o Filho de Deus proporciona um dinamismo novo a toda a existência. Quando começamos a ter uma relação pessoal com Ele, Cristo nos revela nossa identidade e, com sua amizade, a vida cresce e se realiza em plenitude”, afirma o Papa aos jovens.
“Queridos jovens, aprendei a ‘ver’, a ‘encontrar’ Jesus na Eucaristia, na qual Ele está presente e perto até entregar-se como alimento para o nosso caminho; no sacramento da Penitência, no qual o Senhor manifesta sua misericórdia, oferecendo-nos sempre seu perdão. Reconhecei e servi Jesus também nos pobres e doentes, nos irmãos que estão em dificuldade e precisam de ajuda”, conclui.
Nela, o Papa percorre os anos da sua vocação e propõe sua própria experiência aos jovens, pois as aspirações de um jovem “são as mesmas em todas as épocas” e podem ser resumidas no “desejo de uma vida maior”, que não acabe em “mediocridade”.
Os jovens, “como em toda época, também em nossos dias”, sentem o “profundo desejo de que as relações interpessoais sejam vividas na verdade e na solidariedade”.
“Muitos manifestam a aspiração de construir relações autênticas de amizade, de conhecer o verdadeiro amor, de fundar uma família unida, de adquirir uma estabilidade pessoal e uma segurança real, que possam garantir um futuro sereno e feliz.”
No entanto – afirma o Papa, recordando sua própria juventude -, “vejo que, na verdade, a estabilidade e a segurança não são as questões que mais ocupam a mente dos jovens”.
“Sim, a questão do lugar de trabalho – e, com isso, a de ter o porvir garantido – é um problema grande e urgente, mas ao mesmo tempo a juventude continua sendo a idade na qual se busca uma vida maior.”
O Papa recorda sua juventude, que transcorreu entre a 2ª Guerra Mundial e o imediato período pós-guerra.
“Ao pensar nos meus anos de então, simplesmente, não queríamos perder-nos na mediocridade da vida aburguesada. Queríamos o que era grande, novo. Queríamos encontrar a vida em si, em sua imensidade e beleza.”
Certamente, reconhece, “isso dependia também da nossa situação. Durante a ditadura nacional-socialista e a guerra, estivemos, por assim dizer, ‘presos’ pelo poder dominante. Por isso, queríamos sair, para entrar na abundância das possibilidades de ser homem”.
Contudo, afirma, “este impulso de ir além do habitual está em cada geração. Desejar algo mais que a cotidianidade regular de um emprego seguro e sentir o desejo do que é realmente grande faz parte do ser jovem”.
“Será que se trata somente de um sonho vazio, que se desvanece quando a pessoa se torna adulta? – pergunta-se. Não. O homem, na verdade, foi criado para o que é grande, para o infinito. Qualquer outra coisa é insuficiente.”
Citando um dos seus pensadores favoritos, afirma: “Santo Agostinho tinha razão: nosso coração está inquieto enquanto não descansa em Deus. O desejo da vida maior é um sinal de que Ele nos criou, de que carregamos o seu selo”.
Dúvidas
A juventude, reconhece o Papa em sua mensagem, é também “uma fase fundamental que pode turbar o ânimo, às vezes durante muito tempo. Pensamos em qual será nosso emprego, como serão as relações sociais, que afetos é preciso desenvolver…”.
Bento XVI volta novamente aos seus anos juvenis e compartilha com os jovens suas próprias vacilações e dúvidas.
“De certa forma, em pouco tempo tomei consciência de que o Senhor me queria como sacerdote. Mas depois da guerra, quando eu me dirigia a esta meta no seminário e na universidade, tive de reconquistar esta certeza”, explica.
“Eu tive de me fazer esta pergunta: realmente é este o meu caminho? É verdadeiramente a vontade do Senhor para mim? Serei capaz de permanecer fiel e estar totalmente à disposição d’Ele, ao seu serviço?”
A decisão do sacerdócio não foi fácil: “Uma decisão assim também causa sofrimento. Não pode ser de outra forma. Mas depois tive a certeza: assim está bem! Sim, o Senhor me quer, e por isso me dará também a força. Escutando-O, estando com Ele, chego a ser eu mesmo. Não importa a realização dos meus próprios desejos, mas a sua vontade. Assim, a vida se torna autêntica”.
Encontro com Jesus
Outro dos “tesouros” da sua juventude que o Papa quis compartilhar foi o dom do encontro pessoal com Jesus, uma “pérola preciosa” que, de alguma forma, ele quis transmitir com seus livros sobre Jesus de Nazaré – cujo segundo volume será publicado na próxima Semana Santa.
“Para muitos, é difícil o acesso a Jesus. Muitas das imagens que circulam de Jesus – e que se fazem passar por científicas – diminuem sua grandeza e a singularidade da sua pessoa”, afirma o Papa.
Por isso, “ao longo dos meus anos de estudo e meditação, fui amadurecendo a ideia de transmitir em um livro algo do meu encontro pessoal com Jesus, para ajudar de alguma forma a ver, ouvir e tocar o Senhor, em quem Deus veio ao nosso encontro para dar-se a conhecer”, acrescenta.
“O encontro com o Filho de Deus proporciona um dinamismo novo a toda a existência. Quando começamos a ter uma relação pessoal com Ele, Cristo nos revela nossa identidade e, com sua amizade, a vida cresce e se realiza em plenitude”, afirma o Papa aos jovens.
“Queridos jovens, aprendei a ‘ver’, a ‘encontrar’ Jesus na Eucaristia, na qual Ele está presente e perto até entregar-se como alimento para o nosso caminho; no sacramento da Penitência, no qual o Senhor manifesta sua misericórdia, oferecendo-nos sempre seu perdão. Reconhecei e servi Jesus também nos pobres e doentes, nos irmãos que estão em dificuldade e precisam de ajuda”, conclui.
Marcadores:
Bento XVI,
Encontro com Jeus,
Juventude,
Santo Agostinho
Assinar:
Postagens (Atom)

