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terça-feira, 28 de junho de 2011

A CASTIDADE: é a atitude transparente.


João Paulo II: “A castidade é a atitude transparente no relacionamento com a pessoa de outro sexo”.

·A castidade é ordem, equilíbrio, domínio, harmonia. Muitos afirmam ser propriedade sua o corpo, mas isto contradiz o que dissemos sobre o corpo como relação.
·A castidade é bonita porque reconhece o senhorio de Jesus Cristo sobre o corpo (I Cor 6,13), faz viver no corpo a liberdade do Espírito com os frutos elencados por São Paulo na Carta aos Gálatas (5,22)

·A Castidade tem significado e concretização diversa de acordo com os estados de vida. Na adolescência e na juventude são postas as bases para o desenvolvimento da pessoa e acontece a formação da coerência e domínio de si que se refletirá de modo benéfico em todas as fases da existência.

·Educar-se para a castidade: não basta a razão! É necessária intuição espiritual que ajude a acolher as exigências decorrentes do fato de que nosso corpo é do Senhor. Isto exige humildade, perseverança, oração.

Um jovem ou uma jovem só se tornam homem e mulher quando capazes de esquecer de si para o bem dos outros e o bem do outro. Antes disso, são psicologicamente ainda crianças ou adolescentes. Aprender a amar não é iniciar-se nas técnicas do ato sexual, mas a sair de si. Sem esta formação é quase impossível nascer uma vocação evangélica. Um jovem casto é capaz de dizer sim ao Senhor!

Autor: Dom Alberto Taveira Bispo de Belém

CASTIDADE: por que?


A castidade é algo em que nós temos que levar como iniciativa na caminhada em Cristo, para assim vivermos sobre a vontade de Deus.

O ser casto significa em fazermos a vontade de Deus, em sermos puros, e seguirmos de maneira correta a vivência da sexualidade. Nós como Cristãos devemos ter esta prática constante nas nossas vidas, porque Deus nos chama a ter um corpo casto, inteiro. Aquele que hoje não vive esta prática não se torna seu imitador, porque o ser casto consiste na renúncia dos próprios desejos desordenados da nossa carne, na beleza de olharmos para o nosso corpo como templo de Deus, lugar onde se expressa o amor puro, então a grande importância de sermos castos.

Realmente e muito difícil vivermos a castidade, porque somos fracos, mais aquele que conhece e tem uma profunda intimidade com a pessoa de Cristo, esse sim consegue compreender, pois quando amamos a Deus nossas vidas pertencem a Ele e nossos desejos também, porque estamos em busca do Céu e de vivermos a vontade Dele e não mais a nossa.

A Igreja ela não condena os homossexuais, seus filhos feridos e necessitados da misericórdia, mais não apóiam a prática da sua vivência sexual, pois é como violentar o próprio Jesus. O nosso corpo tem que ser puro para vivermos da forma certa, e não deixarmos destruir pelos desejos egoístas da nossa carne.
Então desde já, como aqueles que verdadeiramente querem ser imitadores de Cristo acolhamos que a vontade do Pai seja feita inteiramente em nossas vidas, deixemos que hoje a vivência da castidade possa ser concreta, para só assim termos uma vida totalmente santa e casta.
Atora: Amada Pompeu PJJ- Fortaleza 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Porque ser celibatário

Esses dias,  estive  a meditar acerca da vocação da virgindade consagrada e acabou-me caindo em mãos um livro do Padre Cencini que trata sobre o assunto.

Acho interessante a forma como o Padre Cencini trata a virgindade  e penso que a comunidade favorece vocês com a graça do amor esponsal que é o cerne da vocação. Não existe um virgem feliz que não se tenha apaixonado verdadeiramente por Deus, por Jesus Cristo, que é, podemos dizer, a face visível do mistério invisível.

Um coração que ame a Cristo com um amor indiviso, como consegui-lo em meio ao mundo? Como conseguir amar tão somente a Cristo e não se tornar frio, mas continuar aberto ao amor em toda sua potência e as pessoas com um coração disponível ao amor?

É sempre um continuado desafio conciliar o homem espiritual e o homem carnal dentro de si. A oração pode favorecer a vitória do homem espiritual sobre o homem carnal, mas ela não vai tolher aquelas coisas, que, às vezes, parecem duras, mas que são bênçãos que são características do nosso ser carnal, mas tudo isso, vivido com equilíbrio e retidão transformam o celibato numa benção e numa fecundidade sem tamanho para a Igreja.

Quando penso nessa situação, na virgindade consagrada, penso no exemplo de tantos homens e mulheres como Paulo, o apóstolo; Juliana de Norwich, Catarina de Sena, Giuseppe Moscatti, o Moysés, João Paulo II, Chiara, minha fundadora; enfim... Em Cristo, Paulo e todos esses e nós temos a justificativa coerente para estar solteiro. Paulo proclamava-se como um homem celibatário, apaixonado pela missão da igreja e penso que isso deve ser o ideal de um celibatário: amor apaixonado por Cristo-Deus e Cristo-Igreja (pensando que nós, a Igreja somos Cristo pela nossa unidade), entende o que quero dizer?

Eles não eram solteiros ‘porque sim’, e não eram solteiros sozinhos. Ao invés disto, eles se enxergavam como um(a) homem/mulher únicos e livres para amar toda a humanidade e tratar a todos como sua mãe, irmãos, irmãs e filhos e não é essa a beleza do celibato?


autor : Luiz Felipe, Sp
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Castidade

Meditando a Ladainha de Nossa Senhora, chegamos à invocação em que Maria é para nós um modelo de castidade: virgem, imaculada, pura e santa!
Castidade é uma daquelas palavras que usamos cada vez menos.
Não admira que alguns jovem nem saibam bem o que significa castidade.

A castidade não indica apenas algo que NÃO devo fazer, mas exatamente uma virtude que DEVO cultivar nos pensamentos e desejos.Para ser casto não basta eliminar toda a malícia, pecados sexuais, impurezas, infidelidades, etc.
É preciso algo mais.
A castidade é o amor vivido do jeito certo.
Ser casto é respeitar a dignidade do corpo, da mente e do coração .
A castidade habilita a pessoa à comunhão.

Permite ver o sexo como um dom maravilhoso que o criador nos deixou para que pudéssemos completar a sua obra gerando e cuidado da vida.
Usar este dom apenas em proveito próprio, como na masturbação, entristece o coração e provoca uma profunda frustração.
A castidade é a irmã da felicidade.

Um casal precisa ser casto.
Esta não é uma virtude apenas para os que fazem “voto de castidade”, como os religiosos e religiosas.

Para viver a castidade é preciso a inteligência de não manter-se próximo do abismo. Ninguém quase-peca.Ou pecamos ou não pecamos.
Se eu sei que em determinado ambiente vou cair. é melhor evitar!
Se não evito, já pequei.

Alguém poderia perguntar: Mas ainda é pecado? O mundo evoluiu!!! A Igreja ainda está nessa? Não se esqueça que o mundo gira. A moda de ontem já passou. A de hoje passará. Promiscuidade e droga estão na moda, mas nem por isso devemos canonizá-las. O crime também está na moda. Faz sucesso nas telas do cinema. Mas isto não é eterno. A libertinagem é um dogma inquestionável dos mundos modernos. Adultério, masturbação, fornicação, pornografia, prostituição, estupro, luxúria, são nomes clássicos do pecado que vem da mesma raiz da “falta de castidade”.

Pecou, confesse!

O bonito ideal da castidade é conquistado com muita luta, mas também com oração. Diante de um momento de tentação será muito útil voltar seu olhar interior para Maria e repetir: Mãe castíssima, rogai por nós!

Padre Joãozinh, scj
fonte:  http://lc4.in/b5dk