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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Emocionante: Jovem enviou por 4 anos mensagens ao pai já falecido e recebeu resposta

Não é fácil lidar com a morte de uma pessoa próxima. Cada um de nós processa o luto de formas diferentes. Esta é a história de duas pessoas que não se conheciam, mas cujas vidas se cruzaram depois de passarem por perdas drásticas.
Chastity Patterson, de 23 anos, perdeu seu pai, Jason Ligons, há quatro anos. Desde então, ela manda todos os dias uma mensagem de texto ao celular do pai, contando como foi o seu dia
Até que, na quinta (24) – um dia antes do quarto aniversário da morte de Jason – ela recebeu uma resposta. Era Brad, que recebeu boa parte das mensagens de Chastity. E mais: um ano antes da morte de Jason, Brad havia perdido sua filha em um acidente de carro.
Na sua mensagem, Chastity afirmava que o dia seguinte seria, novamente, um dia difícil. “Muita coisa aconteceu nesse curto período. Tenho certeza que você sabe disso, porque conto tudo para você. Eu venci o câncer e não voltei a ficar doente desde que você se foi – assim como prometi a você, de que cuidaria melhor de mim. Terminei a faculdade e me formei com louvor”, disse a jovem.
E continuou: “Me apaixonei e tive o coração partido (você teria matado ele), mas levantei a cabeça e me tornei uma mulher ainda mais forte. Tenho medo de me casar, porque vou ter que caminhar sozinha por aquele longo corredor e você não estará lá para me dizer que tudo vai ficar bem. Só queria dizer que eu te amo e que sinto muito a sua falta!”
A resposta foi de tocar o coração: “Oi, querida. Não sou seu pai, mas tenho recebido as suas mensagens nos últimos quatro anos. Fico na expectativa de suas mensagens matinais e de suas atualizações à noite. Meu nome é Brad e perdi minha filha em um acidente de trânsito em agosto de 2014. As suas mensagens têm me mantido vivo. Quando você me escreve, sei que é uma mensagem de Deus”.
“Sinto muito por você ter perdido alguém tão próximo, mas tenho te escutado ao longo dos anos e vi você crescer e passar por muitas coisas mais do que qualquer um. Há anos eu queria te responder, mas não quis partir seu coração”, escreveu Brad.
“Você é uma mulher extraordinária. Eu gostaria que a minha filha tivesse se tornado a mulher que você é. Obrigado por suas mensagens diárias. Você me lembrou de que Deus existe e de que não é culpa dele que a minha garotinha se foi. Ele me deu a você, meu pequeno anjo”, continuou. “Tudo vai ficar bem. Faça brilhar a luz que Deus te deu. Sinto muito que você tenha passado por isso, mas, se ajuda dizer isso, tenho muito orgulho de você”.
Emocionada, Chastity compartilhou o ocorrido em seu perfil no Facebook. Para ela, a resposta de Brad foi um “sinal de que está tudo bem e que posso deixar meu pai descansar”. Em uma semana, o post de Chastity ultrapassou as 170 mil curtidas e foi compartilhada 308 mil vezes.

sábado, 6 de maio de 2017

FOTO VIRAL: Recém-nascido desafia anticoncepção com DIU na mão


WASHINGTON DC, 05 Mai. 17 / 04:00 pm (ACI).- Viralizou recentemente nas redes sociais a foto de um bebê recém-nascido que está segurando o dispositivo intrauterino (DIU) “Mirena”, anticonceptivo que, de acordo com seu fabricante, evita a gravidez em 99% dos casos.
Lucy Hellein, mãe do bebê, publicou a foto em seu Facebook em 28 de abril, com o texto “Mirena fail!” (Mirena falha!), e acrescentou que o seu bebê, Dexter Tyler, nasceu em 27 de abril às 8h40 (hora local), embora originalmente a cesariana tivesse sido programada para o  dia 04 de maio.
Hellen vive no Alabama, Estados Unidos. A empresa farmacêutica Bayer, fabricante de Mirena, promove o produto anticonceptivo em sua página como “controle da natalidade para mães ocupadas”, pois é recomendado para “mulheres que já tiveram um filho”, e assegura que “tem mais de 99% de eficácia”.
A foto do bebê foi compartilhada mais de 71 mil vezes. Embora muitos acreditassem que o bebê tivesse nascido com o dispositivo anticonceptivo na mão, a mulher desmentiu esta versão.
Na verdade, o DIU foi encontrado atrás da placenta e uma enfermeira o colocou na mão do bebê para tirar a foto.
Em declarações ao jornal britânico ‘Metro’, Hellein assegurou que apesar de o seu bebê “não ter sido planejado, eu e a minha família nos sentimos incrivelmente abençoados”.
Fonte: ACIdigital

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A vida que a JMJ salvou Peregrinos irlandeses convencem casal a não abortar


A 26ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ) conseguiu, entre seus numerosos frutos, salvar uma vida humana, já que uns peregrinos que foram a Madri, para o evento, convenceram um casal a não abortar.
No último dia 19 de agosto, um grupo de jovens pró-vida irlandeses começou a rezar na frente da igreja de San Martín de Tours, onde há uma importante clínica de abortos, segundo informou a ZENIT o Centro Internacional para a Defesa da Vida Humana (CIDEVIDA).
Um casal chegou até o lugar com a intenção de abortar e os jovens foram ao seu encontro, explicando-lhes as razões pelas quais não deveriam fazer isso.
Uma voluntária de CIDEVIDA, organização que tinha uma exposição instalada no claustro dessa igreja madrilena cêntrica, uniu-se ao grupo e colocou o casal em contato com a fundação de apoio, assessoria e ajuda à mulher grávida, Red Madre.
Esta rede se comprometeu a prestar apoio para o nascimento do filho do casal, que consolidou assim sua decisão de não abortar.
Para o secretário de CIDEVIDA, Juan José Panizo, “o presente desta vida é uma alegria para todos”. “Obrigado, Bento, por ter vindo”, expressou, elogiando também a ação dos voluntários da entidade pró-vida e dos peregrinos irlandeses, que, depois desse encontro, voltaram a rezar de joelhos no mesmo lugar.
Um grupo de pessoas preocupadas pelas consequências da nova lei do aborto na Espanha colocou em marcha o CIDEVIDA em 2009, para informar sobre a realidade do aborto e promover alternativas para ajudar as mulheres com problemas diante da gravidez.
Entre outras atividades, a entidade mantém, na Villa de Tordesillas, na província de Valladolid, uma exposição permanente sobre o aborto, um centro de ajuda às mulheres grávidas e de atenção à síndrome pós-aborto, bem como um centro documental.